Onze horas – Portulaca grandiflora

Onze horas

E essa florzinha é a Portulaca grandiflora, conhecida no Brasil como “Onze horas”, por abrir suas flores perto desse horário. Isso ocorre mais na região Sul e Sudeste do Brasil. Aqui em Rondônia (região Norte), elas costumam abrir por volta das 9 horas da manhã. (mais informações aqui)
This little flower is a Portulaca grandiflora, called in Brasil as “Eleven o’clock”, because it opens the flower around this time of the day. It happens in the South part of Brasil, but here, in the North Brasil, it use to open around 9 am. (for more informations click here )
Onze horas
São plantas suculentas muito delicadas no visual, mas pelo que venho acompanhando, bem resistente ao clima tropical. No início, perdemos vários botões de flores, por obra de algum inseto, mas agora, depois de estabelecida no solo drenado e fertilizado, os botões estão firmes e fortes.
They are very delicate plants in the way it looks, but pretty tough about the tropical weather. In the begining, we lost some blossoms, probably because some bugs, but now, after established and fertilized soil, the blossoms are tough and flowering very well.

Como vai o jardim…

E o jardim vai se formando… As zinias estão misturando as cores e ficando cada dia mais únicas.

Os insetos se divertindo e colorindo tudo, muito mais.

Não há como explicar como é bom ver um jardim se formar, os vários tipos de vidas ao redor, tudo em perfeita harmonia. Meditar? Senta aqui na varanda, pega sua xícara de chá e vem dar uma olhada.

Retomando…

… não exatamente de onde parei. He.
Depois de mais de uma ano sem dar as caras, aqui estou eu.
Resumo da ópera de 2011: Tirei sangue de porco para fazer exame; viajei para a Nova Zelândia e amei aquele país; voltei para o Brasil com o noivo; casei com o noivo; fui para o Rio de Janeiro, que continua lindo; fui para Paraty, que continua magnífica; voltei para Rondônia; vida de recém-casado, tal e coisa, coisa e tal; o album do meu casamento ficou pronto, mas eu ainda não vi; a permanência do meu noivo marido, foi mas ainda não voltou. O ano acabou. Ponto final.
Chegou 2012 e com a vida nova e uma cultura totalmente diferente da minha, morando junto, estou aprendendo coisas novas e dando valor a outras coisas que tinham ficado para trás por um bom tempo. Fora isso, passo meio dia falando português, meio dia falando inglês. E por que retomar o blog? Só porque eu gosto mesmo.
E porque eu to tentando fazer umas coisas novas. Vamos ver…

Então vamos a 2011

2010 acabou bem, muito bem.
A Dilma presidenta. O Confucio Moura governador de Rondonia. Eu noiva, dando depoimento no Happy Hour e tudo mais.
Casamento marcado. Vestido comprado. Salão alugado.
2011 começou ótimo.
A Dilma presidenta. O Confucio Moura governador de Rondonia.
Vou pra Nova Zelândia buscar o noivo, que já arrumou toda a papelada para o casório. Vem de mala e cuia.
Muitos planos. E a gente, nós dois, somos ótimos em fazer planos. E executá-los.
Mas aí, então… 35 dias pra eu ver meu branquinho. PQP, que saudade.

Ah sim, tô na CUFA – Central Unica das Favelas. To trabalhando com a parte da saúde! Maneiríssimo! Tô encantada. Foi um presentão que eu ganhei de Natal.

No mais, desapego material, muita leitura, preparativos para viagens, sorologia de suínos, faxina física e mental, mudança de vida! É isso. E agora que o negócio vai ficar pra lá de bão!

Só love, só love!

photo by SB

Oztra!

-Ei Marinanda!

-E aí Norminha?

-Quê? Tá maluca? É Dilminha.

-Ixe, por onde andou que não tá sabendo do caso Norma Bengel!?! Ah, não vou chamar um marmanjo de 1,95m de Dilminha!

-Hein, falei com o Renas. A gente quer ir para Oztra também!

-É!?! Então vamo! Fazer o quê?

-Morar numas barracas na praia. Renas vende milho verde, eu vendo mate, Chelda faz artesanato.

-Pô, e eu?

-Vende bijuteria!

-Aff…. Mas eu não quero morar na praia. O mundo tá acabando e eu não quero morrer afogada (Tinha pensando… quero morrer sequinha… mas aí pensei melhor: Sequinha parece esturricada, desidratada, queimada. Também não curto não)

-Mais então, traz um presente pra mim. Mas não traz a bandeira do Brasil.

-Quê? Tá maluco? Bandeira do Brasil vinda da Oztralha!?!

-Pois é, um amigo de um amigo meu trouxe uma bandeira do Brasil vinda dos EUA!

-Nossa, Dé! Tem gente sem noção né!

-Né. Hein, tô indo assistir Alice em 3D. Tenho que ir embora.

-Pô, tu sabe que eu to no meio do mato e nunca vou poder ver Alice em 3D. Sacanagem, né! Não dava para falar que precisa sair e só?

-Desculpe. Tenho que sair….

-Obrigada!

-PARA VER ALICE EM 3D!

-Tomara que vomite!

E esse é meu amigo. E a gente se entende.

Canberra

Wild Kangaroo

Como eu disse no post abaixo, minha milhagem imaginária é de invejar FHC  e Lula  juntos.

Hoje viajo para Canberra, Australia.

Canberra é a capital da Australia, que a maioria dos seres humanos  acha que é Sidney. Pois então,  não é.  (E por que raios ninguém avisa antes?)

É uma cidade planejada, como Brasília. E vendo pelo Google Earth ou Google Map  parece não ser dificil se deslocar por lá.
Tem a National Library from Australia, que tem uma coleção de fotos digitalizadas que são simplesmente maravilhosas. Vale a pena dar uma olhada.

Pelo jeito, eles criam muitas ovelhas nesses arredores, porque tem uma exposição anual de trabalhos feitos com lã.
E pela minha pesquisa anterior, só existem 3 restaurantes vegetarianos na cidade. Um perto do outro. Ou seja, dependendo da sua localização, vc tem que atravessar a cidade para ter uma refeição vegetariana. Mas eu vou pesquisar mais a respeito.

Um ponto interessante da cidade são os Parques Naturais ao redor. O da a Black Mountain parece ter o melhor ponto para visualizar a cidade.

A cidade é um centro cultural bem interessante. Tem exposição de artes, teatro, shows musicais diversificados. Vinho e comida por lá também, parece ser uma grande diversão e variedade. Tem restaurante pra tudo quanto é gosto. O interessante é que a cidade é pequena, cerca de 320.000 habitantes (metade da minha cidade natal,que não tem um terço dessa variedade).
Tem a ANU (Australia National University) que traz gente de tudo quanto é canto do mundo.

Pois é! Eu sou bisneta do seu Colombo. Viajo sem sair do lugar.

(Nossa! Português horrível e ordem de pensamento totalmente descoordenada. E sem paciência de corrigir)

Viagem.

Eu tenho o dom de pensar! Nossa, como eu penso, imagino, viajo na maionese.

Como disse minha mãe, eu já devo ter viajado para os EUA e Austrália tantas vezes que minha milhagem imaginária daria para eu dar a volta ao mundo. Agora estou viajando para Machu Pichu. Imaginariamente, of course.  Mas veja bem, você também não viajaria? Mesmo que fosse na sua imaginação infinita? Se locomer nesses degrauzinhos aí, realmente, só na imaginação, mas mesmo assim, me dá paúra.

Pois bem, essa é minha próxima mega viagem extra corpórea, por enquanto. Um dia, pretendo ir com corpo e tudo para lá.

Por enquanto tô esperando a liberação do meu visto para badalar em outros cantos.